Certamente os adjetivos que tenho em mim não são pueris, nem bobos nem muito menos agressivos.
Certamente quando sou substantivo, me acho bem melhor, pois sou apenas eu, sem precisar me justificar.
Quando sou verbo faço algumas ações imprevisíveis. Algumas impublicáveis como o verbo amar, que me deixa a mercê de você. E quando estou a mercê de você simplesmente me abstrato, me sujeito..sou meio gênero, meio número, meio grau...TOTALMENTE EU.
Não que eu te queira como objeto, mas, direta ou indiretamente você é meu, mesmo que você não saiba. Pois nesse meu jeito meio pronome possessivo de ser, o único tratamento que te tenho disponível é te ter substantivamente preposicionado em mim.
Pretensioso? Eu te falei...realmente não sou boa em adjetivos, mas a única coisa que sei é que não preciso de sintaxe pra te decifrar. Semanticamente você não precisa se encaixar perfeitamente em mim.
Gosto de ficar sem você vez em quando.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Memórias...
Quando te amo penso em ti como um cigarro que fumo a cada momento
Quando te odeio, penso em ti como um santo no altar e eu a ti desejar
Quando te desejo penso em ti como um sonho de consumo dentro de mim, dentro de mim!
Assim, quando simplesmente me faltam forças pra te amar, ou te odiar ou te desejar, refresco-me nas memórias que você me deixa, como se precisasse disso pra recomeçar.
Inspiração (?)
Inspiração é o que não me falta quando vejo os pássaros na janela e tento capturá-los. Nem tão tolinhos assim, eles escapam. Me lembram você.
Muito de mim.
Percorro meus muros sem nem desconfiar quem sou. Traduzo para minha língua meu próprio mundo. Automaticamente, muito de mim transbordará ou se transformará em nada, porque simplesmente não busco me decifrar.
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